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Polícia Civil de Sergipe conclui inquérito sobre morte de morador em situação de rua sem indiciados

Inquérito da Policia Civil de Sergipe SSP/SE A Polícia Civil informou neste sábado (29) que concluiu as investigações sobre a morte de morador em situaçã...

Polícia Civil de Sergipe conclui inquérito sobre morte de morador em situação de rua sem indiciados
Polícia Civil de Sergipe conclui inquérito sobre morte de morador em situação de rua sem indiciados (Foto: Reprodução)

Inquérito da Policia Civil de Sergipe SSP/SE A Polícia Civil informou neste sábado (29) que concluiu as investigações sobre a morte de morador em situação de rua de 37 anos, Luís Maghave sem indiciamentos. Na ocasião, a Polícia Militar confirmou que um policial atirou após ele forçar a entrada em almoxarifado da corporação em Aracaju. De acordo com a Polícia Civil, foram produzidos laudos técnicos por órgãos periciais, incluindo o Instituto de Criminalística e o Instituto Médico Legal (IML). Imagens de câmeras de segurança das proximidades também foram analisadas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp Segundo a Polícia Civil, a autoridade policial optou por não definir indiciamentos com base nos laudos periciais, análises do local de crime, diligências e depoimentos colhidos. O inquérito policial segue para o Ministério Público (MP). PM confirma que policial atirou e matou homem que invadiu prédio da corporação O caso Luís Maghave foi morto no Centro de Aracaju. Segundo a polícia, ele tentava forçar a entrada no almoxarifado da PM, localizado na Rua Pacatuba. A Polícia Civil informou que Luís Maghave tinha histórico criminal, incluindo prisões e crimes como estupro de vulnerável, roubo, extorsão, tentativa de homicídio, lesão corporal e ameaça no contexto de violência doméstica. Ele já havia sido preso por roubo, progredido ao regime aberto, e detido novamente em 2022 por estupro de vulnerável, além de possuir dois mandados de prisão cumpridos em 2022 e 2024. Ele também respondia a outros processos criminais em andamento. Luís Maghave sofria de esquizofrenia e era acompanhado por um programa da Secretaria Municipal da Saúde e pela Pastoral do Povo de Rua. A causa da morte apontada pelo atestado de óbito foi traumatismo craniano e lesão provocada por projétil de arma de fogo.