cover
Tocando Agora:

Aneel aprova aumento médio de 6,82% na conta de luz em MT; veja tabela por categoria

Aneel aprova reajuste de 12,11% na energia de MS Reprodução A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta quarta-feira (22), o reajuste méd...

Aneel aprova aumento médio de 6,82% na conta de luz em MT; veja tabela por categoria
Aneel aprova aumento médio de 6,82% na conta de luz em MT; veja tabela por categoria (Foto: Reprodução)

Aneel aprova reajuste de 12,11% na energia de MS Reprodução A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta quarta-feira (22), o reajuste médio de 6,82% na tarifa de energia elétrica em Mato Grosso. A medida passa a valer a partir da publicação no Diário Oficial da União (DOU) e terá reajuste por categoria (veja tabela abaixo). O aumento varia conforme o tipo de consumidor. Para clientes de baixa tensão, como pequenos comércios, o reajuste será de 5,27%. Já para clientes de alta tensão, como indústrias, o aumento pode chegar a 10,42%. Novas tarifas de energia elétrica por categoria ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp A distribuidora atende mais de 1,7 milhão de unidades consumidoras em 142 municípios de Mato Grosso. Segundo a Aneel, os novos valores refletem, principalmente, o aumento no custo da compra de energia, além de encargos do setor e despesas com transmissão. O reajuste faz parte de um pacote de revisões anunciadas na chamada “super quarta” do setor elétrico, quando diferentes distribuidoras tiveram as tarifas atualizadas em várias regiões do país. Entre os fatores que mais impactaram o reajuste está a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo pago pelos próprios consumidores. Outro ponto citado é o fim de mecanismos que vinham segurando as tarifas nos últimos anos, o que levou ao repasse dos custos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Conta de luz A conta de luz é um dos principais pontos de atenção do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Projeções recentes da Aneel apontam uma alta média de 8% para este ano, ou seja, acima da inflação. O dado consta no boletim InfoTarifa, publicado trimestralmente pela agência. O Executivo chegou a vislumbrar uma proposta de empréstimo para conter o impacto dos reajustes, mas a medida já nasceu com divergências dentro do próprio governo e acabou submergindo. O g1 apurou que o custo do crédito seria, inevitavelmente, repassado aos consumidores com juros nos próximos anos e que, portanto, poderia trazer dor de cabeça futuramente.