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Aneel aprova reajuste de 3,79% e conta de luz no Amazonas deve ficar mais cara

Conta de energia deve ficar mais cara para consumidor no Amazonas rawpixel.com/Freepik A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou, nesta terça-fe...

Aneel aprova reajuste de 3,79% e conta de luz no Amazonas deve ficar mais cara
Aneel aprova reajuste de 3,79% e conta de luz no Amazonas deve ficar mais cara (Foto: Reprodução)

Conta de energia deve ficar mais cara para consumidor no Amazonas rawpixel.com/Freepik A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou, nesta terça-feira (19), o Reajuste Tarifário Anual (RTA) de 2026 da Amazonas Energia, que desde abril opera sob o nome Âmbar Energia. O reajuste médio para consumidores de baixa tensão, composto por residências, pequenos comércios e propriedades rurais, será de 3,79%, com vigência a partir do dia 26 de maio. Para os consumidores residenciais da categoria B1, que envolve casas, apartamentos e condomínios, o reajuste aprovado foi de 3,77%. Já os consumidores de alta tensão, grupo formado por grandes comércios, indústria, shoppings e hospitais, terão aumento médio de 13,24%. O efeito médio geral para os consumidores será de 6,58%. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp A distribuidora, sediada em Manaus, atende cerca de 1,06 milhão de unidades consumidoras em todo o estado. Segundo a Aneel, os índices aprovados foram reduzidos após a antecipação de recursos da repactuação de cotas de Uso de Bem Público (UBP), no valor de R$ 735 milhões. A medida está prevista na Lei nº 15.235/2025 e, de acordo com a agência, contribuiu para reduzir o impacto tarifário. A agência informou ainda que o reajuste foi impactado principalmente pelos custos de aquisição e transporte de energia elétrica, além dos encargos setoriais. A Aneel explicou que o Reajuste Tarifário Anual ocorre nos anos em que não há Revisão Tarifária Periódica (RTP), processo mais amplo que redefine custos operacionais, metas de qualidade e perdas de energia das distribuidoras. No reajuste anual, a atualização considera a inflação prevista em contrato, descontado o chamado Fator X, além do repasse de custos relacionados à compra e transmissão de energia e aos encargos setoriais definidos por leis e decretos. LEIA TAMBÉM: Saúde, educação e administração: veja concursos abertos e previstos no Amazonas Sistema de cadastro do 'Minha Casa, Minha Vida' apresenta instabilidade nesta terça-feira (19) em Manaus Nova gestão na Amazonas Energia