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Após ameaças de morte, procuradora da República em Sergipe registra denúncia na Polícia Federal

Após ameaças de morte, procuradora da República em Sergipe registra denúncia na Polícia Federal Leonardo Barreto/TV Sergipe A procuradora da República Gis...

Após ameaças de morte, procuradora da República em Sergipe registra denúncia na Polícia Federal
Após ameaças de morte, procuradora da República em Sergipe registra denúncia na Polícia Federal (Foto: Reprodução)

Após ameaças de morte, procuradora da República em Sergipe registra denúncia na Polícia Federal Leonardo Barreto/TV Sergipe A procuradora da República Gisele Bleggi procurou a Polícia Federal, na tarde desta quarta-feira (12), para denunciar que está recebendo ameaças de morte nas redes sociais. Ela contou que não é a primeira vez que se torna alvo de ataques virtuais e que acredita que as mensagens têm relação direta com a sua atividade institucional, especialmente no trabalho de defesa do meio ambiente. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp "É complicado porque já é a terceira vez que acontece, mas se engana quem acha que eu vou parar ou que não tenho psicológico para aguentar. Eu vou continuar cada vez com mais rigor, porque estou vendo que eles querem acabar com o meio ambiente. Vou continuar atuando e vou pedir apoio a uma força-tarefa para atuar com mais rigor e afinco", disse a procuradora. Procuradora da República Gisele Bleggi TV Sergipe/Reprodução Ainda de acordo com ela, as ofensas começaram no dia 30 de julho, após a participação dela em um evento na capital sergipana, onde discursou sobre o tema. Os conteúdos das mensagens vão desde críticas às suas roupas e ao seu cabelo até ameaças diretas de morte. Agora no g1 Durante o registro do caso na sede da PF, foram entregues capturas de tela com as mensagens recebidas. A procuradora informou que aguarda a identificação e a punição dos responsáveis. Segundo a Polícia Federal, após análise preliminar da documentação, deverá ser instaurado um inquérito policial para apurar a autoria dos fatos e identificar os responsáveis pelas manifestações. O g1 entrou em contato com o Ministério Público Federal em Sergipe, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.