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Após busca da PF contra blogueiro do Maranhão, ministro Flávio Dino diz que seus deslocamentos estavam sendo monitorados ilegalmente

Flavio Dino durante julgamento de acusados de mandar matar Marielle Rosinei Coutinho/STF O ministro Flavio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), divulgou uma...

Após busca da PF contra blogueiro do Maranhão, ministro Flávio Dino diz que seus deslocamentos estavam sendo monitorados ilegalmente
Após busca da PF contra blogueiro do Maranhão, ministro Flávio Dino diz que seus deslocamentos estavam sendo monitorados ilegalmente (Foto: Reprodução)

Flavio Dino durante julgamento de acusados de mandar matar Marielle Rosinei Coutinho/STF O ministro Flavio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), divulgou uma nota nesta quinta-feira (12) em que afirma que a área responsável pela sua segurança foi alertada em 2025 que os seus deslocamentos em São Luís, no Maranhão, estavam sendo monitorados ilegalmente. A Polícia Federal (PF) cumpriu, na terça-feira (10), na capital maranhense, um mandado de busca e apreensão contra o blogueiro Luís Pablo, no âmbito de uma investigação que apura o crime de perseguição contra o ministro Flávio Dino. A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes. Na operação, foram apreendidos aparelhos celulares e um computador. A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) divulgaram uma nota conjunta nesta quinta-feira (12) na qual classificam como preocupante a decisão do ministro Alexandre de Moraes. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ainda de acordo com a nota do ministro Flávio Dino, houve a publicação das placas dos veículos e da quantidade e dos nomes dos agentes de segurança. As informações, segue a nota do ministro Flávio Dino, foram enviadas para a PF e para a Procuradoria Geral da República (PGR) para a instauração do procedimento investigativo cabível. "Portanto, a questão em investigação deriva da necessidade de apurar os citados monitoramentos ilegais dos procedimentos de segurança do ministro Flávio Dino." O assunto, prossegue a nota, "não tem correlação com crimes contra a honra ou liberdade de expressão ou inquérito das fake news."