Governo de SP cria rede estadual para integrar trilhas de longo curso e incentivar turismo sustentável
Apa Bororé-Colônia, na cidade de SP Divulgação/ Prefeitura de SP O governo de São Paulo criou a Rede de Trilhas do Estado de São Paulo, programa que busca...
Apa Bororé-Colônia, na cidade de SP Divulgação/ Prefeitura de SP O governo de São Paulo criou a Rede de Trilhas do Estado de São Paulo, programa que busca organizar e integrar trilhas de longo curso em diferentes regiões do estado. A iniciativa pretende ampliar o turismo em áreas naturais, fortalecer a proteção ambiental e conectar percursos considerados estratégicos para a conservação de ecossistemas. A proposta é que as trilhas que integrarem a rede sejam reconhecidas pela relevância para a conectividade de paisagens e ecossistemas, além do potencial para atividades recreativas, esportivas, educativas e turísticas. Prefeitura de SP lança maior trilha da cidade, com 182 km de extensão Entre os objetivos da iniciativa estão a criação de um sistema integrado de trilhas em território paulista, a conexão com a Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso e Conectividade e a adoção de padrões de sinalização para os percursos. Agora no g1 Entenda as três categorias de trilhas previstas: Trilhas locais: percursos que podem ser realizados em algumas horas ou em até um dia de caminhada. Trilhas regionais de longo curso: rotas que exigem pelo menos um pernoite e podem levar até 28 dias para serem percorridas integralmente. Trilhas nacionais de longo curso: percursos formados pela conexão de duas ou mais trilhas regionais, com duração superior a 28 dias para serem concluídos. Também está previsto o estímulo ao desenvolvimento sustentável nas regiões atendidas, com valorização das comunidades locais, geração de renda e incentivo à preservação ambiental. A gestão da rede ficará sob responsabilidade de um Grupo de Trabalho Intersecretarial, vinculado à Secretaria de Turismo e Viagens, com participação da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística e da Fundação Florestal. Órgãos públicos, empresas e entidades da sociedade civil poderão indicar trilhas para fazer parte da rede. Os critérios para adesão ainda serão estabelecidos pelo grupo gestor.