Homem mata esposa a facadas e tira a própria vida na zona rural do Acre
Acre segue com uma das maiores taxas de feminicídio do país Uma mulher identificada como Juliana Barbosa Cerqueira, de 44 anos, foi morta a facadas pelo marid...
Acre segue com uma das maiores taxas de feminicídio do país Uma mulher identificada como Juliana Barbosa Cerqueira, de 44 anos, foi morta a facadas pelo marido na manhã deste domingo (5). A Polícia Militar (PM-AC) confirmou que, após o crime, o homem cometeu suícidio. O crime ocorreu por volta das 11h, no Ramal do Japãozinho, zona rural de Cruzeiro do Sul, interior do Acre. ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Ao g1, a PM-AC informou que as equipes ainda estão para a localidade pegando informações do ocorrido e aguardando a perícia concluir os trabalhos. Feminicídio ocorreu neste domingo (5) em Cruzeiro do Sul Nino Caré/Pexels A polícia destacou que mais informações devem ser repassadas quando as equipes retornarem para O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas ao chegar ao local apenas constatou os óbitos. LEIA MAIS: Pastor evangélico pega mais de 19 anos de prisão por tentar matar a esposa a facadas no Acre Acre tem maior taxa de feminicídios do país em 2025 Ainda de acordo com o Samu, o local do crime fica a cerca de 19 km do Centro do município. A área foi isolada para os trabalhos da perícia. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil do Acre. A PM do Acre disponibiliza os seguintes números para denunciar casos de violência contra a mulher: (68) 99609-3901 (68) 99611-3224 (68) 99610-4372 (68) 99614-2935 Veja outras formas de denunciar: Polícia Militar - 190: quando a mulher está correndo risco imediato; Samu - 192: para pedidos de socorro urgentes; Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres; Qualquer delegacia de polícia; Secretaria de Estado da Mulher (Semulher): recebe denúncias de violações de direitos da mulher no Acre. Telefone: (68) 99930-0420. Endereço: Travessa João XXIII, 1137, Village Wilde Maciel. Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa; Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia; WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008; Ministério Público; Videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras). VÍDEOS: g1